Arranha me o gato? sape:
Olho outra vez da ladeira,
Deita se o cordão á geira,
Não acho poronde escape.

VIII.

Com o trinchete aparo a sola
Furando com bróca a vira:
Isto he que meu gosto aspira
Pois vejo o jogo da bola.

IX.

Estão muitos páos armados
Que lá de longe se vem;
A quem naõ parecer bem,
Perca o officio, e meta os gados.

X.

Com o cerol encero o linho;
Puxo com torquez o couro;
Gasta se todo o thesouro
Pera abrir novo caminho.

XI.

Quando falho aos meus fregueses
Ficão descalços com magoa:
Naõ saõ os reaes pera a agua
Que se botarão nas rezes.

XII.