O Cura um acêno fez; formou-se um pelotão:
«Vamos! inda uma vez, viva D. Carlos!»
—Não!—
E havia nessa voz tamanha heroicidade
E uma energia tal, que uns longes de piedade
Scintillaram no olhar do tôrvo guerrilheiro.
«Muito bem, morrerás: mas dize-me primeiro,
«O que desejas tu? Queres beber, fumar?...
—Padre, se vou morrer, quero-me confessar...
«Ouvir-te-hei!» disse o Cura, e, ao acaso, num granito
Assentou-se.
O captivo, olhos no chão, contrito