«Mas haveis de primeiro, e isto, prompto e sem custo

De joelhos beijar o pavilhão augusto
De El-Rey nosso senhor...»

E mandou desfraldar

O carlista pendão, branco como o luar...

Todos logo á porfia atiram-se por terra

E um grito: Viva El-Rey! echoou de serra em serra.

No emtanto um prisioneiro, um moço imberbe ainda,

Firme ficou de pé, e olhava com infinda
Expressão de desdem a extranha vilania...
Braços postos em cruz, e intrepido sorria.

«E tu?» surprezo disse e transtornado o Cura.

—Padre, volveu-lhe o esbelto joven, com brandura,
—Mata-me! aqui me tens! rio-me d'esse panno!
—Ao teu rei não me curvo... Eu sou republicano...—