De escolha rara e de um concerto fino,
Onde visses o cácto purpurino
E os nevados jasmins do Tormentoso.
Em vez do ramo exotico e oloroso,
Casto recreio d'esse olhar divino,
Acceita, Eugenia, este animal felino,
Que o meu braço subjuga vigoroso.
Tive artes de o amansar: eil-o sereno!
Acode á minha voz, e ao meu aceno
Como um jaguar á voz de um saltimbanco...
Vamos, sonêto! a prumo! ajoelhe, présto!
E á doce Eugenia, do sorriso honesto,
A fimbria oscule do vestido branco!
AD AGROS
Não tardes, flôr; a aldeia nos espera,