Chovem arômas dos folhudos ramos:
Suspensa do meu braço, eia! partamos!
Olha-nos Deus da crystallina esphera.
Nas manhãs da passada primavera
Com que delícia ethérea nos amámos!
Iremos vêr os nomes que traçámos
No rude tronco em que se enlaça a hera.
Não tardes, meu amôr, sei de um caminho,
Que sobe a encosta, e vae direito ao moinho,
Em cujas vélas bate o vento em cheio...
Seguir-nos-hão as aves namoradas,
Que ao som das tuas infantis risadas
Modularão seu tremulo gorgeio...