Bem sei que te perdi, mas não te quero mal.

Brilham do teu collar as pedras luminosas,

Mas no teu coração que noites luctuosas!

Em sonhos eu desci, ó misera mulher,

Ás sombras da tua alma, e vi-te o padecer...

Bem sei que te perdi, ó minha doce amada,

Mas não te quero mal, és muito desgraçada

[VI]


Sei-o; a tua vida é sem ventura,