XXI
Sonhei: de novo suspirava o vento
Das tilias sob a cupula odorante;
E como outrora ouvia o juramento
Do teu amôr constante.
Que protestos de amôr nesse momento!
Mas na febre dos beijos que me deste,
Como para gravar teu juramento
Em meus dedos mordeste!
Dona do riso alegre, ó meu tormento!
Dona de olhos azues, ó minha amada!
Já me bastava o doce juramento,