«Suspende o teu sonhar allucinado!»
XXIV
Eu enterro as canções de amôr e o fel amargo
Do meu triste sonhar:
Quero um caixão profundo, immenso, vasto e largo;
Depressa, ide-o buscar!
Um caixão formidando, um féretro-portento,
Que sobreexceda e vença
O pêzo sobrehumano e o enorme comprimento