Como um bravo, alcançou a rútila dragôna.
Vibra flammas do olhar; cabeça erecta e audaz;
Illumina-lhe o rôsto a gloria de um gilvaz.
Assistímos, ao vêl-o, ás pugnas carniceiras,
E ouvimos o clangôr das musicas guerreiras...
No antiquissimo espelho, á sombra das cortinas,
Reflecte-se o primôr de argenteas serpentinas.
Sob o espelho se aninha um cravo marchetado,
Mimo outrora da casa, e prenda de um noivado.
Ao lado um cofre encerra, em amoravel ninho,