VII

É fanatico e audaz; com mão de bronze opprime

O Solio, a Egreja, o Lar, e os corações dos crentes;
Flagella a sombra e o amôr, condemna a luz, e o crime!

VIII

Quando elle vae passando, as timoratas gentes

Benzem-se com pavôr e param de improviso
As canções juvenis nas aleas rescendentes.

IX

Nunca nos labios seus florira o alegre riso,

Tem cem annos, jamais beijára uma creança,
E crê subir, talvez, morrendo, ao Paraizo!

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