O seu obliquo olhar, o seu olhar de féra,
Vibra irrequieta luz, parece allucinado.

IV

Nisto á porta assomou a calva fronte austera

De um velho, e logo atraz um pagem que murmura:
«Eis o monge, Senhor, que Vossa Alteza espera!»

V

Curvára, ao entrar, o monge a tremula estatura:

Mãos dispostas em cruz no largo peito ancioso,
E humilhada a cerviz na ascetica postura.

VI

E comtudo esse frade humilde e respeitoso,

De olhos fitos no chão, tão fragil como um vime,
Na presença de um rei, de um Cesar poderoso,