As mãos de setim.
E aquella, com gesto divino, gracioso,
Nos ares levanta do joven formoso
O aureo telim.
Ess'outra, que lavas, que fogo não vibram
Seus olhos de anil!
Debruça-se e arranca-lhe a rútila espada,
Nos copos brilhantes se apoia azougada,
Travessa e gentil.
A quarta, saltando, retouça, lasciva,
Do moço em redor;
Suspira mansinho, de manso murmúra:
«Podésse eu em vida gosar a ventura