Do teu fino amôr!»
A quinta rebeija-lhe as mãos, enlevada
Num sonho feliz,
E a sexta, com tremula e dôce esquivança,
Perfuma-lhe a bôcca, formosa creança!
Com beijos subtis...
E o moço, fingindo que dorme tranquillo,
Não quer acordar.
E deixa que o abracem as bellas Ondinas,
E languido gosa caricias divinas
Á luz do luar...