--Foi sem querer, oh mestre das artes negras! Acudiu o rapaz cuja pelle fusca parecia empallidecer.

--Pois, tambem sem querer, vaes morrer!

O soldado baixou a cabeça e murmurou simplesmente:

--Eu sou a rez do rei!

--Scragga! Bramiu Tuala. Mostra como sabes usar bem a lança. Vara-me aquelle cão!

O odioso Scragga deu um passo para diante, com um sorrisinho feroz, e levantou o dardo. O desgraçado tapou a face, e esperou, immovel. Nós nem respiravamos, petrificados.

«Um, dois, tres!» Scragga soltou a lança. O soldado atirou os braços ao ar, cahiu morto.

D’entre os regimentos subiu então um longo murmurio que rolou, ondulou, se esvaiu por fim no silencio.

O barão, livido de indignação, agarrára a espingarda das mãos d’Umbopa. E eu, afflicto, tive de o agarrar a elle, lembrar que as nossas vidas estavam á mercê do rei, e que eramos quatro contra todo um reino.

Tuala, no emtanto, sorria sinistramente: