—Amancio de... Tocou os labios com o leque, elevou as pupillas num olhar extatico e nervosa: não sei de que... É um gordo, tem uma fazenda com muitos bois, faz queijo...
—Não, mademoiselle, não conheço.
Calámo-nos. O doutor, pensativo, desfazia os crystaes de gelo no champagne, balançando a taça. Mademoiselle tornou-se de novo extatica.
De improviso o doutor chamou-me.
—Tem algum compromisso para amanhan, Sr. Anselmo?
—Nenhum, doutor.
—Quer vir almoçar commigo?
—Com todo gosto.
—Podemos fazer uma ascensão ao Corcovado? Ainda não conhece o Corcovado?
—Ainda não.