—Hoje vens ceiar comnosco.

—Hoje...?!

—Hoje, e não admitto desculpas.

—Se assim é, disse ella com um momo... que hei de fazer...? Verteu algumas gottas de perfume na palma da mão e esfregou-as dando-me depois a aspirar:

—Delicioso! sussurrei, fungando.

—Agradavel, não é? Mas a sineta vibrou e um mulatinho appareceu á porta:

—D. Jesuina...

—Vou já.

—A que horas acaba esta rigolade? perguntou o doutor.

—Meia-noite.