Que lhe importava a immensa alegria universal, se o seu coração transbordava de felicidade com aquelle amor!

Levantou-se um alarido fóra, na estrada obscura. José sahiu ao limiar.

Um bando de homens corria em tropel em direcção ao abrigo agreste. Á frente delles, voando e alumiando-lhes [{139}] o caminho com o esplendor das azas, um anjo estendia o braço mostrando a caverna. Outros cruzavam longe, em enxames claros.

No cimo dos cerros grupos resplandeciam.

Subito uma grita atroou o silencio:

«Hosannah! Hosannah!»

O pequeno adormeceu docemente com a boca collada ao peito materno. Maria beijou-o e, inclinada, quedou em enlevo.

«Hosannah! Hosannah!»

bradavam fora. Ella sobresaltou-se e, chamando o esposo, perguntou:

—Quem clama assim, meu senhor?