—Vê se caes... Eu dou-te o braço. E André alcançou-a.
—Não. Não. Vamos apanhal-as! Vamos a vêr quem apanha mais! Vamos a vêr!
Febrilmente, começaram a apanhal-as, a cortar grandes braçadas. Ás vezes as suas mãos encontravam-se, apertavam-as e riam-se.
—Não são maias... são os meus dedos.
E continuavam, já corados, a marqueza curvada, a cabeça d'um loiro quente quasi entre as maias.
—Estou cançada. Estou cançada!
—Que lindo quadro. Todo de flores! Espera, vou enfeitar-te. E André coroou-a de maias, toda a sua cabeça ficou florida. E a marqueza, risonha e córada, protestava a rir-se:
—Olha que me despenteias!
—Que importa? Que importa? Estás melhor{120} assim... Agora este ramo para o peito... Mais estas... Um grande ramo... Como estás linda; oiro e lilaz! E o teu cabello é d'oiro. O papá vae ficar encantado quando te vir assim...
Subiram, ainda a rir-se. André deu-lhe o braço e foram, quasi a correr. Ao passar por um repuxo: