Claudio abaixou-se tambem para a ajudar.
—Oh, Maria! Isso é que são creados!... Muito boa noite, sr. doutor, gritou de longe o rapaz alegremente.
—Quem é este rapaz? disse Claudio com certa anciedade, parecendo-lhe na frouxa luz do crepusculo que um ligeiro rubor se derramava nas faces da rapariga.
—Então não sabe?... Elle conhece-o. Deu-lhe as boas noites.
—Mas não sei quem é. Não me lembra de o ter visto.
—Já lá tem ido a casa. É o filho do tio Antonio da Azinhaga. Móra lá mesmo.
Claudio estremeceu. Passava-lhe uma suspeita no espirito. Áquella hora... fazendo caminho por ali.. o modo como se dirigiu a Maria... Adivinhava! Era o seu namorado!
—Elle gosta de ti?! perguntou apressadamente.
—Creio que sim, respondeu Maria serenamente. Pelo menos assim o diz.
—E tu gostas d'elle?