(62) Elvira, e as Aias retirão da Scena Ignez, e os Meninos, acompanhadas de D. Sancho.
Ped.(63) A Esposa!.. Onde está ella? Ide chamar-ma.
(63) Em delirio.
Nun. Ah! Senhor!..
Ped. ............ Não tardeis, ide chamar-ma. Eu mesmo, eu mesmo vou... Ignez, Esposa!(64)
(64) Convulso, quer caminhar, e não póde.
Emb. A extrema dôr o priva dos sentidos.
Nun. A tua Esposa... oh Deos!.. já não existe.
Ped. He morta? Injustos Ceos! Clarão terrivel!(65) Ah! Sim, eu mesmo a vi... horrida imagem!.. E tornarão a abrir-se inda os meus olhos? Vi morta a cara Esposa, e vivo ainda!(66) Espera, espera Ignez, eu te acompanho, Eu já te sigo, sim...(67) Mas não, primeiro He preciso vingar a sua morte. Quem a matou?.. Dizei... talvez... foi elle, Esse tyranno, que meu Pai se chama?
(65) Olhando para o lugar onde víra Ignez morta.
(66) Em acção de desembainhar a espada.
(67) D. Nuno, e o Embaixador impedem que D. Pedro desembainhe, e este reflectindo hum pouco, diz: