SCENA VIII
D. Mendo, e D. Gontrade
D. GONTRADE
Meu Deus, piedade!... Salvae-a, senhor!
D. MENDO
Salvae-a!... (Vae para sair.) Oh! Quero vêl-a... Não quero que morra sem que eu morra tambem com ella!
D. GONTRADE
(Levantando-se.) Meu filho, ouvi... escuta-me, meu querido Mendo, não me deixes agora... não me deixes aqui só: Sinto que vou morrer, e tenho necessidade de ti... quero beijar-te ainda como quando tu me julgavas innocente.
D. MENDO
(Segurando-a nos braços') Que tendes, minha pobre mãi?! Como estaes palida!... Que martyrio é este meu, Senhor.