| r rei rua raio raiva rijo rato ferro jarro terra burro ira vara fera furo jura puro ar ir vir for flor dar ver verde perda pardo perto preto prato bruto pobre irar virar varrer ferrar raro retiro rir roer ratar repartir recibo receio rico róca ruço carro garrafa garra guerra cera cerol cara caracol corda açorda geral gôro agora agouro certo carta garfo grito gritar córar cear receber regedor rogar cerrar correr agarrar gorar carregar recordar |
| —Ó Pedro, que é do livro de capa verde, que te deu o avô? —Já o dei ao Jorge a guardar. —Vai lá pedil-o. —Para quê? —Para a tia Carlota ver a gravura do caçador. —Ouve cá: a pobre da Clara ia abrir a porta do quarto, caíu, quebrou a garrafa do petróleo, e ficou ferida. Vou agora á botica; levo aqui a receita: á tarde logo fallo ao Jorge, e digo que t'o dê. —Palavra? —Palavra, Julio, fica certo. —Vê lá, cuidado! |
DECIMA OITAVA LIÇÃO
Ao r segue-se o z, embora esta consoante seja mais simples: porque o r dobra-se, e tambem se combina com outras consoantes; o que não succede ao z: mas as razões de analogia não são menos attendiveis que as de simplicidade.
O r tem dois valores que se reduzem a uma fórmula bastante simples (no princípio e dobrado, rr). O x tem quatro valores, que se esquivam a regra. É portanto claro que o r devia preceder ao x; mas devendo preceder ao x, devia preceder aos caracteres a que o x está associado por identidade de valores.
| Na verdade, em zaz vê-se que z vale | z x |
| Em sisudos vê-se que s vale | ç z x |
| Em sexo auxilio exilio xale vê-se que x vale | kç ç z x |
Valem todas tres z, x; duas valem mais ç; e uma vale ainda mais kç. É como uma escada de tres degraus que o methodo, que é todo escada, não podia desmanchar.
Por isso a todas tres precede o r; e agora ao r, segue-se a mais simples das tres.
A theoria relativa ao z, encerra-se nas seguintes perguntas e respostas:
—Que letra é esta?—Zêxe.