Porque se chama zêxe?—Porque vale z... e x...

Quando vale z...?—Em não vindo no fim.

E quando vale x...?—Em vindo no fim.

Isto é o bastante.

O discipulo está agora atravessando um terreno escabroso. Por maiór circumspecção com que vamos guiando os seus passos, não o livramos de caír: salvo tecendo-lhe de proposito lições faceis, e desviando-lhe tropeços; mas então o resultado seria um progresso illusorio.

Vistes nas lições do r como por uma escala de combinações chegámos a accumular dentro da mesma palavra muitas dúvidas. Assim convem preparar o discipulo para a leitura usual e prática onde, a cada linha, encontra essas accumulações. A amenidade do methodo não póde levar-se até á esterilidade. Se as lições agora são mais embaraçadas, vá o alumno ensaiando a sua reflexão. Adiante da palavra mais duvidosa, está a prevenção da regra e a advertencia do mestre.

O magisterio é de sua natureza offício de abnegação e de paciencia. O mestre que se ira corrompe o coração do alumno. E se o alumno, pela sua tenra idade, é incapaz de aprender regras e de as applicar, então a sua presença na escola apenas attesta a ignorancia dos paes e a incuria da autoridade. Até aos sete e oito annos de idade todos andamos numa fervorosa elaboração corporal, que só reclama alimento, movimento e somno; assim como andamos nesse profundo e immenso estudo da lingua, e nessa insaciavel investigação do mundo exterior, que absorve totalmente a faisca mais brilhante que possa alumiar uma cabeça infantil. Complicar esse duplo movimento quasi vertiginoso com o ensino primario—leitura, escrita e contas—passa de absurdo a cruel.

Como os valores do z são novos, só podemos indicar nos symbolos em que logar o apresentamos.

z~~~z~~~z

zelei zelou

zelar azia

azul azeite

azedar vazia

luziu luzir

fazer jazer

jazia jazigo

azar azougue

~~~z

az faz fiz

fez vez jaz

juiz luz diz

puz pôz paz

capaz lapuz

quiz giz gaz

arroz retroz

rapaz feroz

traz cruz zaz

DECIMA NONA LIÇÃO