E quando vale de til?—Em não tendo vogal adiante.

Portanto com a, e, i, o, u atraz, como se lê?—Lê-se ã, ẽ, ĩ, õ, ũ.

Adverte-se a excepção do n final.

n

nós nau clina

nomes manos

nada meninos

anões pernas

imaginavam

carne esquina

afinação não

somno iman

an= ~

en in on

un

antes singelo

anca segundo

banco andam

ancias brinco

anjo trancam

entendimento

VIGESIMA QUARTA LIÇÃO

O nosso plano é o seguinte:

IVogaesa, e, i, o, u.
IIConsoantes certasv, f, j, t, d, b, p, l, k, q.
Cons»antes incertasc, g, r, z, s, x, m, n.
Cons»antes compostas certasth, rh, nh, lh, ph,(y).
Consoante composta incertach,
IIIAlfabeto maiusculo.
IVogaes
a, e, i, o, u.
IIConsoantes certas
v, f, j, t, d, b, p, l, k, q.
Consoantes incertas
c, g, r, z, s, x, m, n.
Consoantes compostas certas
th, rh, nh, lh, ph,
(y).
Consoante composta incerta
ch,
IIIAlfabeto maiusculo.

Daqui se vê que ás consoantes incertas seguem-se as compostas. É pois tempo de fallarmos do h; tempo e opportunidade, porque as duas últimas incertas, m, n, são muitas vezes simples signaes prosodicos; e o h, igualmente debaixo de todas as apparencias de letra, não passa dum signal.

Os gregos tinham vogaes e consoantes aspiradas, isto é, proferidas com aquelle esfôrço, aquella sobejidão de fôlego com que os hespanhoes proferem a inicial de José. Em portuguez, ha mais ou menos fôrça em vozes e inflexões; tanto, que é nisso e por isso que muitas se destinguem e se transformam dumas noutras: mas propriamente a chamada aspiração, certa aspereza e violencia, como de voz ou inflexão tossida, só (que nos conste) nas gargalhadas do snr. Rivara.