[1] H. Taine, Philosophie de l'art, 1.º vol.
[2] CH. SEIGNOBOS—Histoire de la Civilisation: Moyen âge et temps modernes, 5ième éd. Sôbre os monumentos de Ravêna, a Bisancio italiana, consulte-se o interessante volume de Charles Diehl, Ravenne, ed. Laurens—Paris, 1907.
[3] E. PÊCAUT E CHARLES BAUDE—L'art, 10ième éd.
[4] SALOMON REINACH—Apollo, 5ième éd.
[5] EUGÉNE VÉRON—L'esthétique, 1878.
[6] E. VÉRON—Op. cit.
[7] Na impossibidade de reproduzir o croquis em referencia, indicamos ao leitor, que pelo assumpto se interesse, o livro já citado de E. PÉCAUT e CH. BAUDE e o valioso trabalho de ELIE FAURE, «Histoire de l'art: L'art medieval». Em qualquer de êles, bem como em qualquer antologia desenvolvida de artes plásticas, o curioso encontrará não só a reproducção do aludido monumento como a de outros, que o ajudarão a completar a sua visão estética dêste periodo.
[8] Histoire du rire et de la caricature.
[9] ÉMILE GEBHART, no seu curioso romance Autour d'une tiare, revive o duelo formidavel, através das predicas antagónicas do asceta Egidius e do tolerante bispo Joaquim, curiosa figura de pre-franciscano, que o auctor esboçou sugestionado pelo grande vulto do Santo que a Idade-Media com mais fervente e duradoiro culto venerou.
[10] ÉLIE FAURE, Op. cit.