Ermelinda fez um esforço; dirigiu-se ao marido, apertou-lhe a mão.
—Adeus, Alberto, sê feliz e perdoa-me!—
—adeus, senhora—respondeu seccamente.
A Rosina perguntou espantada:
—O papá não vem?
—não, filha, dá-lhe um beijo.—
O Alberto levantou a creança, beijou-a nervosamente, uma lagrima de emoção rolou precipitadamente sobre a sua face.
—Adeus, filhinha!...
O juiz interveio:
—Vamos, senhora, poupe-se a estas scenas dilacerantes.