»A nefanda cabeça: ao peito aberto
»O coração maldito hei de arrancar-lhe;
»Roello, devorallo inda fumante.
Tal esbraveja; e nem a si perdôa,
A si labios, e mãos morde, remorde:
Qual hórrida Serpente, encarcerada
Entre férreos varões, se alguem a assanha,
Com rápido furor se desenvolve,
Cem vezes arremete ao que a provoca;
Mas vendo, que debalde exerce a furia,