—Comtudo, replicou o fidalgo, isto pode renovar-se, por outro lado tua mãi está atemorisada; assim, o melhor é afasta-lo.
—Elle vai sentir muito!!
—E eu e tu tambem porque o estimamos; mas não seremos ingratos; eu pagarei a tua e a minha divida de gratidão; deixa isto ao meu cuidado.
—Sim, meu pai! exclamou a menina com um olhar humido de reconhecimento e de admiração: Sim! Vós que sabeis comprehender tudo que é nobre!
—Como tu, minha Cecilia! respondeu o fidalgo acariciando-a.
—Oh! eu aprendi no vosso coração, e nas vossas menores acções.
D. Antonio abraçou-a.
—Ah! tenho uma cousa a pedir-vos!
—Dize: ha muito que não me pedes nada, e eu já tenho queixa disto.
—Mandareis conservar este animal? Sim!