Seu espirito, como uma borboleta em torno da flor, esvoaçava constantemente em torno das reminiscencias ainda vivas, como para libar todo o mel que encerravão aquellas sensações, as primeiras de seu infeliz amor.

Nesse mesmo dia de segunda-feira, á tarde, Alvaro encontrou-se um momento com Isabel na esplanada.

Ambos ficárão mudos, e corárão. Alvaro ia retirar-se.

—Sr. Alvaro... balbuciou a moça tremula.

—Que quereis de mim, D. Isabel? perguntou o moço perturbado.

—Esqueci-me restituir-vos hontem o que não me pertence.

—É ainda este malfadada bracelete?

—Sim, respondeu a moça docemente, é este malfadado bracelete: Cecilia teima que é elle vosso.

—Se meu é, vos peço que o aceiteis.

—Não, Sr. Alvaro, não tenho direito.