—A nossa tenção é pedirmos a D. Antonio de Mariz que nos entregue o assassino de Bento.
—Justo! E se elle recusar, estamos desligados do nosso juramento e faremos justiça pelas nossas mãos.
—Procedeis como homens de brio e pundonor: liguemo-nos todos e vereis que obteremos reparação; mas para isto é preciso firmeza e vontade. Não percamos tempo. Quem de vós se incumbe de ir como parlamentario a D. Antonio?
Um aventureiro dos mais audazes e turbulentos da banda offereceu-se: chamava-se João Feio.
—Serei eu!
—Sabeis o que lhe deveis dizer?
—Oh! ficai descansado. Ouvirá boas!
—Ides já?
—Neste instante.
Uma voz calma, sonora e de grave entonação, uma voz que fez estremecer todos os aventureiros, soou na entrada do alpendre: