—Por ti não? disse Pery com intenção.

— Por mim? Daria a minha vida para salva-la: e morreria feliz!

—Ainda que ella te pedisse que vivesse?

—Embora me supplicasse de joelhos.

O indio sentio-se alliviado como de um remorso.

—Pery te pede uma cousa?

—Falla!

—Pery quer beijar a tua mão.

D. Antonio de Mariz tirou o seu guante, e sem comprehender a razão do pedido do indio, estendeu-lhe a mão.

—Tu dirás a Cecilia que Pery partio; que foi longe; não deves contar-lhe a verdade: ella soffrerá. Adeus; Pery sente te deixar; mas é preciso.