Mas Ruth não podia dormir; e quando de madrugada a tia Joanna se levantou para ir á missa das Almas, ella saltou da cama, para ir tambem.
Antes de sahirem, foram á cozinha procurar café, e lá encontraram a Sancha a accender o fogo, assoprando com força. Foi então que Ruth se chegou para ella e, pousando-lhe a mão no hombro, disse alto, sem medo que a tia Joanna a ouvisse:
—Sancha, porque é que você não foge?
A negrinha ergueu o busto e fixou a mocinha com pasmo.
—Nhá?!
—Fuja!
A tia Joanna, entretida a partir o pão da vespera, não percebera nada. Uma esperança vaga tremeluziu no rosto estupido da preta.
—E depois? perguntou ella, assustada.
—Vá lá para minha casa; eu fallarei a mamãe.
—De que serve! me mandarão outra vez para cá...