Em cima estavam só o guarda-livros, que escrevia de pé, e o velho Motta, todo embebido no trabalho. Trocaram-se os bons dias.

—O Leite Mendes mandou cá?

—Não senhor...

—Está tudo direito, não?

—Tudo.

—Escrevi eu mesmo as cartas ... veja se estão em ordem...

O guarda-livros fez um gesto de recusa.

—Não; já estou desacostumado d'essas coisas ... veja. Depois será bom mandal-as entregar, insistiu Theodoro.

—Julgo melhor esperarmos pela resposta do Sidney, de Santos.

—Para que?