Já não via ninguem, pouco se importava que o cumprimentassem; ia pensando em tomar o bond na esquina; mas como não o visse alli em toda a extensão da rua, subiu pela calçada, rente aos trilhos. Tinha andado alguns metros quando esbarrou com o Negreiros.

—Então? Todos bons? perguntou-lhe o outro com o ar constrangido de quem já fôra informado do desastre e não quizesse alludir a elle.

—Todos bons ... estou á espera do bond.

—Isso ás vezes demora... Eu não tenho paciencia!

—Han ... é aborrecido.

Pararam ambos, e chegando-se para a parede olharam para um coupé particular que roçou na calçada; dentro ia o Innocencio, que os viu e os cumprimentou com um adeuzinho de mão.

Francisco Theodoro nem tocou no chapéo, e murmurou com odio:

—Cão!

—Vae para a Europa ... segue directamente para Londres, num paquete da Nova Zelandia, amanhã.

—Com o meu dinheiro...