—Nem tudo está decidido, não senhor.
—Então?
—Eu lhe digo o que se passa.
E Clemente narrou a Jorge a substancia da entrevista que tivera com a sua noiva.
Custou a Jorge occultar a perturbação que lhe causava a narrativa. No fim conseguiu perguntar com apparente frieza:
—E que queres tu que eu te diga?
—Queria que me dissesse se por acaso sabia alguma coisa d'estes amores.
Jorge saltou na cadeira e olhou para Clemente, fazendo-se excessivamente córado.
—Eu?! E porque é que hei de saber d'esses amores?
Clemente, admirado do effeito das suas palavras, disse com hesitação: