—Ora que ha de ser! Ai!… Não se assuste… Safa!… Eu sempre fiquei!…
—E não diz!
—Digo, digo, menina. Pois porque não havia de dizer? Para isso vim.
—Pois não parece. Não vê o susto em que estou?
—Susto?! Não é caso d'isso, socegue… É que… aí, deixe-me, por amor de Deus, respirar…
Cecilia ajuntou as mãos com impaciencia.
—É um senhor—disse por fim Antonia—um senhor todo asseiado e bonito, que quer… Ai! sempre se me pregaram umas dores de cabeça!
—Que quer o quê, Antonia?
—Que quer fallar á menina.
—A mim! Você que diz, mulher? Isso póde lá ser!