—Socegue. Meu pae não lhe ha de ralhar muito…
—Pois sim; mas se elle tanto me recommendou! E era um vaso de tanta estimação! Ai, como me principia hoje o dia, Senhor.
Jenny viu, commovida, a afflicção do velho, que nem tinha coragem para apresentar-se diante de Mr. Richard.
A bondosa rapariga baixou-se, e tomando os dois fragmentos do vaso, onde se continha ainda a terra com a begonia, uniu-os cuidadosamente, e descendo ao quintal, caminhou, segurando-os, em direcção da estufa.
—Onde vae, menina?—dizia o jardineiro admirado.
Jenny não lhe respondeu.
O velho seguiu-a.
Ao aproximar-se da estufa, onde Mr. Richard labutava em cuidados de jardinagem, Jenny disse-lhe, levantando a voz:
—Não quiz confiar a ninguem este vaso, porque… Ai!
Era o vaso, que lhe caía das mãos, e vinha fazer-se pedaços no chão, á entrada da estufa.