—Não me reconheces, homem? Sou eu!... Olha bem p'ra mim: o Ataíde!

O Ataíde! Quem havia dizer! Com aquelas barbas, aquele todo distinto, aquele ar de pessoa importante e abastada!...

—Tu! Pois tu!...—murmurou o padre.

E abraçaram-se enternecidamente.

Emquanto iam saíndo da estação, o outro explicava-lhe: tinha subido, tinha trepado, formára-se... arranjára um casamento rico e uma boa colocação...

—Sim?!

—É verdade.[{170}]

Padre Borregana estacou, admirado.

—Mas ouve cá, disse, como demónio conseguiste tudo isso? Tu, demais a mais,—desculpa que te diga—mas nem eras dos mais atilados...

O outro sorriu, superiormente: