—Pois claro!
—Foi o que eu fiz. Mando arranjar as malas, tranco a porta, meto toda esta tropa no comboio... e cá vamos!
—Faz muito bem.
—Acha?...—poisava a sua mão sapuda na minha côxa, todo familiar.—Acha então o cavalheiro que faço bem?...
—Mas isso nem se pergunta! aplaudi sem reservas.—-Mesmo que não houvesse precisão, que infelizmente há; bastava só a ideia de irem gozar!
—Gozar! Mas olhe que se gasta um dinheirão!
—Pois gasta. E isso que tem? A gente não vive só do que mete no estômago. É preciso ver, dar de comer aos olhos.
—Dar de comer a quê?
—Aos olhos...
—Huum! mugiu.