—Não é por isso.
—Porque então?
—Ha baruio na Côrte e dizem que vão arrecutá. Vou p'r'o mato... Nada!
—Que barulho?
—Tá nas foias, sim sinhô.
Abriu o jornal e logo deu com a noticia de que os navios da esquadra se haviam insurgido e intimado ao Presidente a sahir do poder. Lembrou-se das suas reflexões de instantes atrás; um Governo forte, até á tyrannia... Medidas agrarias... Sully e Henrique IV...
Os seus olhos brilhavam de esperança. Despediu o empregado. Foi ao interior da casa, nada disse á irmã, tomou o chapéo, e dirigiu-se á estação.
Chegou ao telegrapho e escreveu: «Marechal Floriano, Rio. Peço energia. Sigo já.—Quaresma».