—Eu... Fico para pôr em ordem umas cousitas. Escute, meu tio! Dê ao sr. Fr. João o quarto dos armarios. É essencial.
—Porquê?...
—Pela bocca morre o peixe!... Depois verá. Adeus! Não faça esperar sua reverendissima e encommende-me nas suas orações á minha devota Senhora Santa Anna...
—Mau!... Ahi tornas tu com a ladainha dos santos!... Pedro!... Olha lá?.. Cuidado com a pelle do sr. Fr. João!
—Vá descansado, tio, não hade haver novidade. Vem ceiar?
—Venho.
—Até logo.
E os dous consocios e parentes separaram-se.{89}
[III]
—Com que então solto anda o demonio por estes palacios confusos, e afllictos nos vemos com as suas diabruras, Brizida de Souza!?.. Muito me contam! Mau é isso!... E vossê que diz, Romão Pires? Parece ainda mais pasmado do que esta boa velha!... Vamos lá, sr. Antonio Rodrigues, diga-me: aonde é o quartel general de Belzebut? Ha de saber de certo. É de casa!