Ah! como eu sinto não ser um poeta romantico para dizer que isto era um duello de ironias! Contaria os meus botes e os della, a graça de um e a promptidão de outro, e o sangue correndo, e o furor na alma, até ao meu golpe final que foi este:
—Pois, sim, Capitú, você ouvirá a minha missa nova, mas com uma condição.
Ao que ella respondeu:
—Vossa Reverendíssima póde falar.
—Promette uma cousa?
—Que é?
—Diga se promette.
—Não sabendo o que é, não prometto.
—A falar verdade são duas cousas, continuei eu, por haver-me acudido outra ideia.
—Duas? Diga quaes são.