—Exijo.

—Que me pedirá ella que lhe não possa affirmar? pensou Jorge. E em voz alta respondeu:

—Dou.

—Foi elle quem lhe encommendou...

—O sermão? interrompeu Jorge sorrindo. Serei franco; foi elle mesmo.

Yayá baixou os olhos ao taboleiro, cavalgou a torre com o bispo, como distrahida, e em voz ainda mais baixa do que lhe falara, perguntou:

—O senhor é homem de segredo!

—Sou, redarguiu afoutamente Jorge.

—Pois bem, continuou Yayá, eu gosto delle, gosto muito, mas não desejo que elle saiba.

—Deveras? não está gracejando?