Pegou n’elle e passando-o para o quarto:
—O meu papá bebia pelo menos vinte copos de chá por dia; por isso passou n’este mundo setenta e trez annos socegadamente e sem nunca estar doente. Pesava mais de cem kilos e era sacristão da aldeia de Vosskressensky...
—É filho do tio Ivan? perguntou Pélagué.
—Sim, sr.a. Como o sabe?
—É que eu tambem sou de Vosskressensky!
—Então somos da mesma terra! Que nome era o seu, em rapariga?
—Séréguine... Eramos visinhos...
—É a filha do Nile, o côxo? Não conheci eu outro figurão! Quantas vezes elle me puxou as orelhas!
Estavam de pé e riam no meio das perguntas. Sachenka olhando para elle a sorrir, ia preparando o chá. O ruido da loiça chamou Pélagué aos seus deveres.
—Desculpem. Começo o tagarellar e esqueço-os. É tão agradavel encontrar um patricio...