—Eu é que peço desculpa de me servir primeiro... disse Sachenka. Mas já são onze horas e ainda tenho muito que andar.

—Para ir para onde? para a cidade?!

—Sim, para a cidade.

—Mas chove, é noite, está cansada. Deixe-se ficar. O Iégor dorme na cosinha, e nós, as duas, aqui.

—Não! Tenho forçosamente que partir.

—É verdade, patricio: é forçoso que esta menina desappareça. Conhecem-na por cá. E se ámanhã a vissem na rua, seria mao.

—E vae-se embora sósinha!

—Vae! disse Iégor com um risinho.

A rapariga deitou ainda mais chá, pegou n’um pedaço de pão de centeio, salgou-o e entrou de comel-o, olhando pensativamente para Pélagué.

—Admira-me como é capaz de ir sósinha. E a Natacha tambem... Eu cá não era. Tenho um medo!...