—Mas olhe que ella tambem tem medo. Não é verdade, Sachenka?
—É.
Pélagué lançou-lhe um olhar, murmurando:
—Como são corajosas!
Depois de ter tomado o chá, Sachenka apertou a mão a Iégor sem dizer palavra e passou á cosinha seguida pela velha.
—Se vir o Pavel, dê-lhe muitas recommendações minhas.
Tinha já a mão no fecho da porta, quando, voltando-se rapidamente, perguntou:
—Deixa-me beijal-a?
Sem responder, Pélagué abraçou-a effusivamente.
—Obrigada! disse a rapariga, a meia voz.