Estes seres excitavam o terror da mãe, que tinha vontade de perguntar ainda:

—E tens a certeza de que isso é assim?

Mas não se atrevia, preferindo ouvir exhaltar creaturas que ella não compreendia e que tinham ensinado ao seu filho uma maneira de pensar e de falar tão perigosa para elle.

—Pouco falta para nascer o dia. Se tu te deitasses, se dormisses... É preciso ires para o trabalho ámanhã.

—Vou deitar-me, vou, concordou.

E abeirando-se d’ella, perguntou-lhe:

—Compreendeste-me?

—Sim! suspirou a mãe.

De novo lhe rebentáram as lagrimas, e acrescentou entre soluços:

—Morrerás!...