A outra porem continuava:

—Ó desgraçado! que fazes? Os soldados estão ali adiante!

—Não se assuste! Isto é uma missão sagrada! Até Jesus não teria existido, se não houvesse homens que morreram por sua causa!

Sizof appareceu perto d’ella, agitando no ar o boné, ao compasso do hymno:

—Isto é que é bem ás claras! ãn? Inventaram um hymno que é mesmo lindo! ãn?

O tzar quer soldados na tropa:
Vossos filhos lhes daes...

—Não teem medo de nada! exclamou Sizof. O meu filho está na cova... Foi a fabrica que o matou!

Ergue-te, ergue-te, ó povo opprimido!

A multidão, allucinada, nem olhava para traz de si, com os olhos fitos na bandeira vermelha, que balouçava ao vento.

—Bello côro! bravo, rapaz! berrava um entusiasta; e invadido por um sentimento, que não sabia exprimir, desatou a rogar pragas.