—E o Vessoftchikof? perguntou Sofia.

—Esse não póde residir na cidade. Ha de entrar para o serviço da nova imprensa... mas falta-nos ainda alguem...

—E se eu pudesse servir? propôz a velha com brandura.

Os trez fitaram-na um momento.

—É uma bôa idéa! exclamou Sofia de repente.

—Não; é muito difficil para você, creia, Pélagué, contestou Nicolao com secura. Era preciso que fôsse viver para fóra da cidade, que não pensasse mais em ver o Pavel, e em geral...

Ella replicou, suspirando:

—Olhe que não faria grande falta ao Pavel... e pela minha parte, tambem essas visitas me partem o coração. É proibido falar seja do que fôr! Até pareço uma idiota aos olhos do meu filho! Estão ali mesmo, sempre a espiar-nos!

Os recentes acontecimentos haviam-na fatigado, e agora, quando se lhe apresentava ensejo de afastar a idéa dos dramas da cidade, era quando se agarrava a esse assunto com todas as forças.

Mas Nicolao mudou o curso da conversa.