Pavel entrou de passear pelo quarto, passando a mão pela cara, até que respondeu com um sorriso:
—Nós não precisamos d’isso!
Falou-lhe muito tempo a serio. Ella chorava e reflectia. Depois, a terrivel palavra foi repetida cada vez mais a miudo, e tornou-se tão familiar aos ouvidos de Pélagué como um amontoado d’outros termos incompreensiveis para ella. Mas Sachenka não lhe agradava; quando a via, sentia-se pouco á vontade, anciosa...
Uma noite, disse ao russo-menor, com um tregeito de mal-estar:
—É muito rispida a Sachenka! Está sempre a mandar: façam isto! façam aquillo!
O russo-menor riu ruidosamente.
—É a pura verdade! nem mais nem menos! Não é assim, Pavel?
E, piscando o olho, disse em tom escarninho:
—A nobreza!
Pavel replicou seccamente: